Museu de Cérebros
O humor vem de uma situação típica das piadas de português, com interpretação curiosa e final rápido. Boa para ler e compartilhar Esta é a versão 9345 da história no acervo.
O turista visita o Museu de Cérebros, em Portugal. Acondicionado numa redoma de vidro, conservado em formol, está lá o cérebro de Einstein, orçado em vinte mil dólares. Mais à frente, o turista encontra exposto o cérebro de Isaac Newton, orçado em trinta mil dólares.No final do corredor, guardado com toda segurança, o visitante se depara com um cérebro cujo valor é de dois milhões de dólares! Lê a pequena inscrição, abaixo da redoma: "Cérebro pertencente a Manoel, homem mais inteligente de Portugal".
Abismado com a discrepância de preços entre cérebros de figuras tão eminentes e o cérebro de um simples português, chama o guarda do Museu, também português, que lhe explica:
- Faz sentido ser caro. O Manoel não deixava de jeito nenhum que lhe arrancassem o seu cérebro.